Publicidade farmacêutica: Anvisa, consumidores e PDV

Nós já falamos aqui em nosso blog sobre como o mercado healthcare é um dos que mais cresce no Brasil atualmente. E para atuar em um mercado em plena ascensão e tão dinâmico quanto este, é preciso contar com uma comunicação criativa, inteligente e diferenciada. Mas você sabia que a publicidade farmacêutica possui características muito peculiares?

Por isso, preparamos este texto especial para falar um pouco mais sobre a propaganda de medicamentos, as normas e procedimentos estabelecidos pela Anvisa, as transformações do mercado consumidor nos últimos anos e a importância de boas estratégias nos pontos de venda.

Vamos lá?

Propaganda de medicamentos: as normas da Anvisa

Quando falamos em publicidade farmacêutica, é preciso entender que cada tipo de medicamento possui as suas próprias normas. Isso porque a Anvisa estabelece regras diferentes para medicamentos isentos de prescrição e medicamentos tarjados, por exemplo. Olha só:

Medicamentos isentos de prescrição (MIPs/OTCs)

Para os chamados MIPs (ou OTCs, em inglês), ou seja, os não tarjados, a publicidade é permitida ao público geral. Isso porque esses são os medicamentos destinados ao tratamento de sintomas mais leves e simples.

Medicamentos tarjados

De acordo com as normas da Anvisa, a publicidade farmacêutica de medicamentos tarjados só pode ser feita aos profissionais de saúde que podem receitar (médicos ou dentistas) ou dispensar (farmacêuticos) medicamentos.

Além disso, seja tarjado ou não, é necessário ter em vista todas as exigências estabelecidas pelos órgãos reguladores. Por exemplo: nome comercial do medicamento, nome da substância ativa, número do registro na Anvisa, as advertências obrigatórias etc.

Por isso, é muito importante que a agência encarregada de desenvolver a propaganda para os medicamentos esteja integrada com as regras de cada meio de comunicação e preparada para comunicar de forma precisa e assertiva ao público que se quer atingir.

A transformação do mercado consumidor

A internet e as novas tecnologias transformaram o modo com que as pessoas enxergam o mundo. E isso afetou diretamente as empresas dos mais variados segmentos. Com o mercado healthcare não é diferente.

De acordo com estudo realizado pela MDG Advertising, cerca de 79% das pessoas acreditam que o mundo digital trouxe mais facilidade para os cuidados com a saúde. Além disso, 88% daqueles que buscam informações sobre bem-estar e saúde começam a sua procura por sites de pesquisa.

Assim, em um mercado cada vez mais conectado, desenvolver estratégias de publicidade farmacêutica para o meio digital é essencial.

Neste texto falamos um pouco mais sobre a importância do inbound marketing para o mercado farmacêutico.

Publicidade farmacêutica: a importância do PDV

Embora o meio digital seja muito importante para a publicidade farmacêutica, nós não devemos nos esquecer das estratégias de PDV. Isso porque uma boa exposição nos pontos de venda também é uma excelente maneira do consumidor se identificar com aquele medicamento e, por fim, adquiri-lo.

Mas para isso é necessário que os materiais desenvolvidos para os pontos de venda estejam alinhados com aquilo que o medicamento quer transmitir ao seu consumidor. Quais suas características? Quais os principais benefícios? Por que eu devo considerar aquela solução?

Além da publicidade voltada ao consumidor, um outro ponto muito importante é o relacionamento com os farmacêuticos e balconistas. Isso porque esses profissionais são os responsáveis por dispensar os medicamentos e estão em contato direto com o seu público. Assim, é preciso que eles também estejam bem informados sobre os mecanismos de ação do produto e alinhados com o discurso do seu medicamento.

Não se esqueça de que as estratégias de publicidade farmacêutica no PDV também devem seguir as normas estabelecidas pela Anvisa.

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